3 de dez. de 2008

Critica ao Alcoolicos Anonimos





Por Clarise Veiga
Da Folha
Pesquisa da Unifesp mostra que menos da metade dos frequentadores permanece no AA após três meses
Apesar da fama, método tem o pior resultado na recuperação de dependentes, mostra estudo
Pesquisa mostra baixa adesão ao programa contra o alcoolismo; livro recém-lançado também critica AA
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Em uma entrevista desvairada, o ator americano Charlie Sheen atacou os Alcoólicos Anônimos, dizendo ter sido "acorrentado e oprimido" nesse "culto" por 22 anos.

Sheen não é lá um modelo de paciente. Mas deu voz a um silencioso grupo de alcoólatras que não se acham no grupo de ajuda mútua criado há 71 anos nos EUA, e replicado mundo afora.

Aqui, pesquisa da Unifesp mostrou que menos da metade dos frequentadores permanece no AA após três meses, e que a técnica é a menos eficaz contra alcoolismo.

Isso, apesar da crença geral de que o AA tem sucesso em recuperar dependentes.
Quem insiste em tentar diminuir a importancia do AA para aqueles que tem problema com o alccol no mundo, ou são mal intencionados, ignorantes sobre o assunto ou não tem coisa melhor pra fazer da vida.
O AA mudou o paradigma do conceito sobre alcoolismo, da sociedade mundial.
Tudo o que se sabe sobre alcoolismo hoje é resultado dos esforços dos pioneiros que criaram o AA e dos companheiros dedicados que lhes sustentaram.
O argumento de que o resultado do AA esta abaixo da média de outras abordagens no tratamento do alcoolista, demonstra a ignorancia no assunto.
O grupo dos individuos que tem algum tipo de problema com o alcool e´grande e heterogeneo. Não levar isto em consideração, desvirtua qualqquer premissa que se pretenda séria ao tratar do problema.
Para compreender isto é necessario que se leia com atenção o blog que trata esta situação de forma cientifica e empiricamente robusta.
O restante que insiste nesta ladainha são desocupados e irresponsaveis, que não tem mais nada a oferecer de util para atenuar o problema do alccol que vitima as pessoas, a familia e a sociedade.


Teoria de Milankovitch


https://www.youtube.com/watch?v=e3AyaIoFC_k



Em 1941, o matemático Milankovitch descreveu, na sua teoria da paleoclimatologia, os principais efeitos que os fenômenos astronômicos podem ter no clima da Terra.

Em 1976, o trabalho de Hays, Imbrie e Shackleton de medição da variação, ao longo do tempo, do volume de gelo continental com a variação do rácio isotópico de oxigênio nos sedimentos marinhos vieram comprovar a teoria de Milankovitch – a sucessão das Idades do Gelo, durante a época do Plistoceno no Plistoceno, ou Pleistoceno, é a época mais antiga do Quaternário (Era Antropozóica), com início há cerca de dois milhões de anos.

Esta época caracteriza-se pelo arrefecimento geral da atmosfera, pela ocorrência sucessiva de quatro períodos de glaciação, pelo aparecimento de novas espécies adaptadas ao frio e, mais importante que tudo, é relativo a esta época que se encontram os primeiros sinais da existência do homem e onde começa, portanto, a pré-história. O Plistoceno corresponde, em grande parte, ao paleolítico dos arqueólogos
.

Eixo Terrestre

(entre 10 000 anos e 1,8 milhões de anos atrás), relaciona-se com as alterações periódicas dos parâmetros da órbita e da rotação da Terra.






A Teoria de Milankovitch estabelece que as variações cíclicas da órbita e da rotação da Terra produzem variações na quantidade de energia solar que chega à Terra (insolação). Os três ciclos de Milankovitch são:
na variação da excentricidade da órbita da Terra (a forma da órbita da Terra à volta do Sol muda); a variação da obliquidade (o ângulo do eixo da Terra com o plano da sua órbita varia); e a precessão (alteração na direcção do eixo de rotação da Terra). Crédito: Robert Simmon, NASA GSFC.


Milankovitch teorizou que a inclinação do eixo da Terra não é sempre de 23,5°. Há um pouco de oscilação com o tempo. Ele calculou que a inclinação é alterada entre 22,1° e 24,5° em um ciclo de cerca de 41.000 anos. Quando a inclinação é menor, os verões são mais frios e os invernos mais amenos. Quando a inclinação é maior, as estações são mais extremas.

Milankocitch

Não obstante a teoria considerar que por causa desta tendência a possibilidade de "eras glaciais", continua provável uma outra possibilidade, que se propõe. Ou seja, em vez de "eras glaciais", mudanças repentinas e drásticas, corroboradas pelos eventos constatados de Milankovitch.


O segundo fator estudado por Milankovitch é a forma da órbita da Terra em torno do sol. Não é exatamente circular.Esta outra premissa da teoria de Milankovitch também não vem ao caso, por que se pretende demonstrar alterações geológica e climáticas num período significativamente menor de tempo. Ou seja ciclos de 13.000 anos.

Fósseis
Extinção de Epécies





Extinção repentina

Até por volta de 13.000 anos passados existia no Planeta uma mega fauna que foi extinta repentinamente. O desaparecimento de várias espécies nesse período devido às transformações ambientais drásticas são fatos da ciência.

Porém, as extinções concentram-se em espécies terrestres e de grande porte (megafauna), um fenômeno que empobreceu bastante a fauna mundial e que intriga até hoje a comunidade científica.

Geral

O desastre aconteceu no Planeta todo e não apenas em regiões especificas.

Flora e Fauna

Durante esse período foram extintos 19 gêneros e mais que 50 espécies na Austrália e mais de 70 gêneros nas Américas – quase todos eram animais terrestres e, virtualmente, todos eram de grande tamanho. A fauna americana, por exemplo, empobreceu-se após perder mamutes, cavalos, camelos, preguiças gigantes capazes de alcançar o segundo andar de um prédio, além de castores gigantes, gliptodontes maiores que fuscas, tartarugas, espécies de roedores do tamanho de rinocerontes, leões e tigres de dente-de-sabre. Combinadas, as Américas perderam cerca de ¾ de suas espécies de grande porte, enquanto que, na Europa, desapareceram 1/3 ou metade de seus animais.

CRISE DA AGUA?







MUDANÇAS CLIMATICAS – FALTA DE AGUA

Logo de inicio é bom frisar que seja qual for a causa das mudanças climáticas a responsabilidade dos governantes na administração da crise continua a mesma. As consequências destas mudanças sobre as populações, é de responsabilidade única daqueles que administram os bens públicos e que deveriam por honestidade intelectual não se omitirem e jogar esta responsabilidade alhures, em Deus, em S.Pedro ou nas mudanças climáticas.
Dito isto devemos considerar os esforços do nobre cientista, prof. Antonio Donato Nobre e a preocupação com o futuro dos nossos filhos e netos. Acontece que neste assunto de mudanças climáticas, ainda não existe um consenso das prováveis causas demonstrando que o conhecimento cientifico continua fragmentado e esparso.
Atribuir a si mesmo, diante dos efeitos destas mudanças, o mérito do acerto de sua teoria é precipitado e temerário, e qual inocente útil tornar-se instrumento de uma das vertentes que lucram com estas mudanças. A partir do momento que se inculpa o homem por estas mudanças e se aceita isto como verdade o próximo passo é corrigir, inibindo os prováveis responsáveis a favor de alguns em detrimento de outros.
Aqui que mora o perigo. Já tentaram com o tal do AGA ( Aquecimento Global Antropogenico ) e o surgimento das vantagens para alguns, como os tais créditos de carbono e o enriquecimento de ONGs e de personagens. Sem qualquer consenso cientifico, muito pelo contrario o que se viu foi a constatação de que o assunto vinha sendo manipulado em defesa das teses do AGA.
E se admitindo uma causa errada as mudanças climaticas, as providencias em atenuar as consequencias destas mudanças, tambem seriam equivocadas, trazendo mais maleficios do que beneficios para a socieddade.
O autor deste tópico Julio Otoboni, defende raivoso sua opinião pessoal de que o homem é responsável por estas mudanças e chega ao ataque ad hominem, e a desprestigiar a imprensa como cumplices e responsáveis destas mudanças, neste caso à imprensa parece não caber a carapuça, mesmo desconhecendo o assunto.
O clima vem mudando isto é fato. Porem, culpar o homem por estas mudanças parece ter mais a ver com atavismo religioso do que convicção cientifica, ou... Interesses inconfessáveis ou mesmo ingenuidade do inocente util que serve a estes interesses.
Aos administradores cabe a responsabilidade de cuidar do meio ambiente e proporcionar melhores condições de vida, proporcionar qualidade de vida, cuidando da poluição dos mananciais, e respondendo pelos crimes ambientais como vem ocorrendo aqui em São Paulo com a represa Billings, este sim o maior crime ambiental brasileiro e que poucas vozes se levantam em defesa.